Nunca imaginei que a próxima vez que veria a minha irmã fosse assim. Não depois do que ela fez. Não depois de como tudo terminou.
Há seis anos, a minha vida desfez-se em câmera lenta — começando com um casamento que nunca chegou a acontecer… porque o homem com quem ia casar acabou nos braços da minha própria irmã.
Stephanie.
Eu tinha confiado nela. Escolhido para ficar ao meu lado como madrinha. Pensei que estávamos a curar o nosso vínculo. Mas ela estava a “curar” com os lábios de Nathan.
A traição atingiu-me mais profundamente do que alguma vez imaginei ser possível. Num momento, estava a colher flores para o meu casamento. No outro, juntava os pedaços de uma vida que me tinha sido arrancada.
Deixei tudo para trás — a minha família, a cidade, as memórias. Mudei-me para Chicago sem nada além de desgosto e esperança. E, de alguma forma, lá encontrei algo melhor.
Alguém melhor.
Zachary.
Anos se passaram. Eu reconstruí-me. Trabalhei, lutei, me recuperei.
Então… há oito meses… a mamã faleceu.
E, de repente, eu estava de volta a casa, vestida de renda preta e carregando uma dor que não estava preparada para carregar. Mas nada poderia ter me preparado para quem entrou pelas portas da capela.
Stephanie.
De braços dados com Nathan.
Usava a sua tristeza como moda e aquele diamante no dedo como um troféu. Quando se inclinou, os olhos a brilhar com aquele velho veneno, percebi que ela não tinha mudado. Nem um pouco.
Mas o que ela não sabia… era que eu não era a mesma mulher que ela destruiu.
E a minha vida? Já não girava em torno da falta de um noivo.
Porque quando ela se virou para se exibir, um silêncio pesado tomou conta da sala.
Atrás dela, entrou Zachary.
O homem que foi meu porto seguro, meu verdadeiro amor, o homem que me ensinou a acreditar novamente.
E foi nesse momento, diante de todos, que ele segurou a minha mão e, com um olhar firme para Stephanie e Nathan, disse em voz clara:
— Esta é a mulher da minha vida.
O choque estampou-se no rosto dela. A irmã que um dia roubou meu noivo, agora percebia que nada mais poderia roubar. Porque tudo o que realmente importava, ela nunca teria.
E naquele funeral, entre lágrimas e despedidas, o destino deu a volta. Eu não era a mulher traída. Eu era a mulher renascida.
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